quinta-feira, outubro 17, 2013

Uma casa comum

A CASA é um espaço não-conforme, autónomo e dissidente, situado em Rio de Mouro, e funcionará como centro de actividades identitário, social e patriota.
Enquanto centro de actividades, é propósito de A CASA desenvolver um amplo conjunto de actividades (conferências, exposições, reuniões, oficina de trabalho, etc.), aberta à colaboração com todas as organizações e personalidades nacionalistas, numa sinergia de esforços em prol de uma Causa comum.

quarta-feira, setembro 04, 2013

Esquerda e Direita: duas atitudes

Observando os grupos políticos da esquerda revolucionária e paralelamente os grupos que nos seus antípodas evoluem, a que podemos chamar de direita revolucionária (usando aqui os termos por mero comodismo taxonómico, sem qualquer preocupação de rigor), com frequência detectamos duas atitudes mentais bem distintas no que se refere ao seu relacionamento com o meio exterior envolvente. Os da esquerda vivem numa permanente necessidade expansiva. Os grupos e militantes típicos, mesmo que internamente assumam características de seita, estão sempre virados para o exterior, procuram incessantemente conquistar, conquistar espaços, gentes e território, e para isso tentam doutrinar, argumentar, convencer, seduzir, atrair – ocupar a sociedade para além das suas fronteiras. Como são habitados por uma visão total do mundo e da vida, nada lhes é estranho, e nenhum terreno lhes é alheio. Estão sempre presentes, a todo o momento e em toda a parte. A bem dizer, a esquerda sente-se incomodada pela sensação de que há vida fora dos seus domínios. Todos os que estão de fora lhe fazem falta. Todos são potenciais aderentes, a converter pela missionação ou quiçá por métodos mais impressivos. O proselitismo é a sua natureza. Sendo as sociedades modernas dependentes da opinião pública e mediatizadas até ao paroxismo, essa sua atitude faz com que a esquerda parta sempre em vantagem no combate político. Em tempos normais, a tendência será para que esses grupos e ideias cresçam em adesões e simpatias. Só não acontece assim quando a realidade se encarrega de lhes ensombrar a narrativa, e descredibilizar o discurso. Inversamente, os grupos que acima foram designados como direita revolucionária vivem em geral virados para dentro, para si próprios. Vivem intensamente as suas certezas, e confortam-se com a realidade que as confirma, como geralmente acontece, tarde demais. Basta-lhes ter razão, e pouco lhes importa que ela tenha o reconhecimento geral. Desprezam o exterior, o meio envolvente, e não se cansam de manifestar esse desprezo. Os que estão de fora são culpados de viver no erro, e mais não merecem. Como se ouve dizer muitas vezes nesses agrupamentos, só faz falta quem está. Ou, por outras palavras, poucos mas bons. O seu relacionamento com o exterior, mesmo com os mais próximos, é com frequência marcado pelo antagonismo, pela crispação, pela hostilização. Quem está de fora não conta. Há um acentuado tribalismo: nas leituras, nos convívios, nas actividades, vive-se centrado nos nossos, nos fiéis, nos que já são. Não é difícil compreender assim que em regra esses grupos não possuam qualquer virtualidade de expansão, nem consigam criar empatias no vulgo. Embora frequentemente habitados por militantes generosos e sacrificados, por vezes em dimensão heróica, a verdade é que se limitam a permanecer, enquanto não se vão desfazendo por cansaço de uns e desilusão de outros, ou pela sensação de inutilidade de muitos. Crescer é que não crescem, a não ser quando o momento histórico de excepção lhes traz vento favorável. Mas por si mesmos falta-lhes o ímpeto, a vontade, o gosto da conquista de outros públicos e outros terrenos. Pelo contrário, o que se encontra não poucas vezes é o horror instintivo a tudo o que se situa fora do círculo de conforto rigidamente demarcado – nada de misturas, como também se chega a ouvir. Dito isto, não surpreende a conclusão. Quanto mais não fosse pelas duas atitudes psicológicas opostas sumariamente descritas, é indubitável a superioridade metodológica da esquerda no confronto que se trava pela captação da opinião e das multidões, primacialmente localizado no campo mediático, o que diminui seriamente a direita nos combates políticos que vão surgindo (sempre determinados pela agenda adversária).

quarta-feira, julho 17, 2013

Semanário O Diabo: D. Afonso Henriques: Mito, História e Tradição

Semanário O Diabo: D. Afonso Henriques: Mito, História e Tradição: O primeiro monarca português tem na nossa História e Cultura um valor arquetípico, encarnando o sonho e a vontade de um povo, classe sac...

quarta-feira, julho 10, 2013

Pena e Espada: Polémica

Pena e Espada: Polémica: O nosso jornal é diferente. É uma das suas características fundamentais, que se baseia na liberdade de expressão e informação, bem como na...

terça-feira, julho 09, 2013

Semanário O Diabo: Primeira página da edição de 9 de Julho de 2013

Semanário O Diabo: Primeira página da edição de 9 de Julho de 2013

segunda-feira, julho 08, 2013

Semanário O Diabo: Leia gratuitamente a edição 1904 de "O Diabo"


Semanário O Diabo: Leia gratuitamente a edição 1904 de "O Diabo"

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quinta-feira, julho 04, 2013

Semanário O Diabo: A verdadeira história de Aristides Sousa Mendes

Semanário O Diabo: A verdadeira história de Aristides Sousa Mendes: O Embaixador Carlos Fernandes é um homem de elevada cultura e detentor de um currículo impressionante. Diplomata de carreira, foi também p...

Semanário O Diabo: “As soberanias nacionais estão mortas”

Semanário O Diabo: “As soberanias nacionais estão mortas”: David Icke, o sempre polémico autor britânico, com milhares de livros vendidos em todo o planeta, discursou para centenas de pessoas nas ime...

quinta-feira, junho 13, 2013

Conferência de homenagem a Dominique Venner


Intervenções:


Duarte Branquinho - "Uma vida de combatente"

Humberto Nuno de Oliveira - "Historiador sem amarras"

terça-feira, junho 04, 2013

XX ENCONTRO NACIONAL DE HOMENAGEM AOS COMBATENTES

10 DE JUNHO DE 2013
A Comissão Executiva para a Homenagem Nacional aos Combatentes 2013 promove no próximo dia 10 de Junho, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, em Belém, Lisboa, o seu XX Encontro Nacional.
As cerimónias que ali terão lugar têm por objectivos comemorar o Dia de Portugal e prestar homenagem a todos aqueles que tombaram em defesa dos valores e da perenidade da Nação Portuguesa.
Todos os portugueses são convidados a participar nesta homenagem aos que deram a vida pela Pátria e, desta maneira, celebrarem o Dia de Portugal.

domingo, junho 02, 2013

NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI: 26 Junho: Homenagem a António Banha de Andrade

NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI: 26 Junho: Homenagem a António Banha de Andrade: Dia 26 de Junho, pelas 18h, no Centro Científico e Cultural de Macau, na Rua da Junqueira, em Lisboa. Intervenções de familiares, do Pr...