segunda-feira, outubro 23, 2006

PELA VIDA

Uma grande mobilização na rede: quanto ao referendo PS sobre o aborto, importa reunir todos que sejam pelo Não, sejam quais forem as suas motivações próprias.
Todos diferentes, todos pelo NÃO!
Talqualmente como acontece no excelente BLOGUE DO NÃO, é preciso reunir mais e mais contribuições para a empresa comum.

3 Comments:

At 9:27 da manhã, Blogger A. João Soares said...

Caros senhores
Sugiro uma visita ao blog
http://comnexo.blogspot.com/
onde coloquei o texto que a seguir transcrevo, o qual já tem neste momento 14 comentários de diferentes orientações.

ABORTO AGRAVA ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO

Muitas vezes, a ironia permite encarar problemas sérios, de maneira ligeira, de forma a apresentarem-se mais simples e compreensíveis. Na sociedade nacional em que nos vemos narcotizados pelo futebol, pela Casa Pia e, agora, pelo referendo do aborto, somos abusados na nossa abulia, desinteresse, conformismo, indecisão, resignação, e deixamos andar o barco ao sabor das correntes. Mas é altamente conveniente que sejamos estimulados a observar os acontecimentos, procurando descortinar a linha condutora que os possa integrar numa directriz claramente definida ou, pelo contrário, as incoerências e contradições que, infelizmente, são mais frequentes do que o desejável.
Os «sábios» da Segurança Social, da Saúde e das Finanças têm-nos bombardeado com referências, em tom lamentoso, ao crescente envelhecimento da população. Nesse tom, bem caracterizado, inscrevem-se logicamente vários sinais de preparação de soluções para obviar ao envelhecimento e ao peso que representa nas finanças dos departamentos referidos. Já em curso estão as medidas economicistas que dificultam a sobrevivência de reformados e idosos no âmbito destes ministérios. São bem conhecidos, o que dispensa dedicar-lhes mais espaço. Parece aproximar-se a legislação sobre o «suicídio assistido» na forma de recusa de medicamentos que prolongam a vida. Será um passo difícil de limitar, porque a decisão poderá facilmente deixar de ser do próprio e passar a sair da cabeça de um herdeiro ou de uma instituição oficial que também beneficia com o óbito. Depois, já sem grandes problemas morais, com os corações mais empedernidos, valorizando mais os euros do que as pessoas, nada custará aceitar a eutanásia que rapidamente evoluirá para o genocídio dos que teimam em continuar a viver, acima de um nível etário fixado que irá baixando à medida que as finanças o tornarem conveniente para resolver o défice e a dívida pública. Desse genocídio por idades, facilmente se passará para o holocausto dos reformados logo que adoeçam.
Seria uma forma que, agora, nos parece brutal, mas que se enquadra no economicismo e no desprezo pela vida dos outros que se verifica em alguns sectores do Estado, quando levado às últimas consequências, perante a apatia e resignação do povo.
Mas o que é realmente chocante, por contrariar esta evolução lógica já bem visível, por se tratar de uma incoerência e de uma contradição, sem qualquer lógica é o APOIO AO ABORTO por parte do partido do Governo. De facto, o aborto contraria o rejuvenescimento da população, o qual exige mais nascimentos. E as contradições e decisões em zigue-zague do Poder tornam-se demasiado preocupantes e caras ao erário.
Para evitar esses inconvenientes do aborto, haveria que compensar cada IVG com a eutanásia imposta pelo Poder ao mais idoso que usufruísse de mais do que um reforma milionária (superior à média nacional). Dessa forma, mantinha-se o equilíbrio da idade média da população e criar-se-ia uma situação de alívio não negligenciável nas finanças públicas. Mas , atenção, nada de exageros nas esperanças ou receios, porque os mais alvejados seriam os antigos políticos e por isso os actuais detentores do Poder não vão cair nessa porque não são tão estúpidos ao ponto de assinarem tal sentença de morte a prazo.
Mas mantém-se o mistérios de lamentar o envelhecimento da população e de apoiar o aborto. Na nossa sociedade, fomenta-se a irresponsabilidade. Todos querem ter uma vida de risco, no desporto radical, na condução e no sexo e, se as coisas correm mal, acham que têm direito a serem tratados com o dinheiro público. Ninguém assume a responsabilidade das suas loucuras. Quanto ao sexo, há o copo de água, o calendário, o método Ogino-Knaus, a velha pílula, o preservativo, a pílula do dia seguinte. Mas, desprezam tudo isso e querem fazer contracepção com base no aborto em hospitais por conta do SNS. Assentar a contracepção no aborto é um crime contra a saúde das jovens mulheres e contra a generalidade dos cidadãos, por serem ocupadas camas de hospitais e gastos dinheiros que seriam necessários a pessoas doentes naturais e inevitáveis.

 
At 9:31 da manhã, Blogger A. João Soares said...

Uma outra contradição de muitos defensores do aborto.
Muitas pessoas que defendem o sim ao referendo defendem também a Natureza, com acrisolado calor ecologista. Então não percebo a sua sinceridade ao defender dois contrários. Dispondo de imensos métodos de evitar a gravidez, inclusivamente a pílula do dia seguinte para as mulheres mais descuidadas que,antes dos momentos de prazer, não souberam ou não quiseram prevenir a gravidez, é anti-Natureza contrariar a evolução natural da gestação. Como conciliar este desprezo da Natureza quando se trata de um ser humano, e a defesa da Natureza quando se fala de arbustos ou animais. Seria muito lindo encontrar coerência entre as várias atitudes, para qualquer delas merecer credibildade.
Há que ensinar esses palavrosos a raciocinar!
Cumprimentos

 
At 5:55 da manhã, Blogger A. João Soares said...

A população portuguesa está envelhecida precisa de mais nascimentos, e, portanto... nada de abortos!
Estou com os ecologistas e com os verdes, em defesa da Natureza, isto é, deixar as ervas crescer, os animeis selvagens e os outros fazer as suas vidas e, portanto, o feto humano desenvolver-se de acordo com a Natureza. Isto é, Tal como eles estou contra o aborto, por ser anti-ecológico, anti-Natureza. Não estou só, pois não?
Ainda bem.
Viva a Natureza!!!

 

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